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10 maio 2015

Artesão sempre. Não ao rótulo de artista

Artesão, bicho grilo, porra louca, micróbio, Maluco de Br, ou qualquer outro adjetivo me cabe....
Menos artista. Esse não. Isso requer frescura, exposições com portas fechadas, trabalhos restritos, pudor com o público, ancoras nos pés, atrelamento com o governo e a eterna busca por posição social.


Prefiro ser aquele que sonha, que viaja, conversa com todos, se diverte e sabe que a vida está nas pequenas peças, no entrelaçar do arame e das mãos sujas de poxy.

Meu talento me serve, não sirvo meu talento ou o empresto para a sociedade. É pessoal... Sua aceitação está no dia-a-dia, nas ruas e nas praças.

Não quero o aplauso das multidões, apenas o seu aplauso ao visualizar o trabalho no pano, ou então: apenas seu sorriso me serve.

O chão é meu tabuleiro, a banca meu escudo das multidões as paredes apoiam os canos de pvc de minha asa, assim sigo com minha arte, não como artista.

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